Blog
Webinars
Varejo

Black Friday: De Olho na Temporada de Compras 2026

Por:
22/10/26
•
3
min de leitura
Atualizado em:
Compartilhe esta postagem

Giftback

Vale Bonus

Ícone de uma seta laranja

CRMAds

O Webinar Black Friday: De olho na Temporada de Compras 2026 partiu de uma constatação que muda o planejamento de qualquer varejista: a Black Friday deixou de ser um dia em novembro e virou uma temporada que começa antes, dura mais e cobra preparo em cada etapa da jornada.

Neste artigo, você confere os principais insights do webinar para o varejo brasileiro, organizados em antes, durante e depois da data, com os aprendizados discutidos pelos especialistas.

O bate-papo foi conduzido por:

Luciana Teles (Diretora de Clientes, CRMBonus), Felipe Sintra (Head of Sales - Growth, TikTok) e Jackson Oliveira (Tech Lead, Avanti).

1. Antes: a Black Friday começou mais cedo

Mesmo em um ano atípico, com Copa do Mundo e eleições, a expectativa é positiva: segundo estudo da Exame citado no webinar, o e-commerce deve crescer 27% na Black Friday de 2026 em relação ao ano anterior. Os dados internos do TikTok mostram também uma mudança de calendário: a busca por termos ligados à data, que antes se concentrava em novembro, subiu com força em outubro do ano passado e, neste ano, já aparece desde setembro. Com as datas duplas, o consumidor passou a buscar promoção o ano inteiro, e a demanda não cai depois da sexta-feira, muitas vezes se estendendo até o saldão de janeiro e o Carnaval.

No TikTok Shop, o que separa quem gera resultado de quem só participa é a variedade criativa. Não existe fórmula pronta por vertical: as marcas que amadureceram mais rápido adotaram uma agenda de test and learn, com afiliados, criadores de conteúdo e temas ligados ao interesse da audiência, não apenas ao produto. Por trás disso, é preciso infraestrutura de dados, com pixel e API, para construir audiência antes do concorrente e alimentar campanhas automatizadas como o Smart+ com catálogo.

Principais aprendizados

  • O erro mais comum é entrar em cima da hora: presença na plataforma é construção, não oportunidade pontual.
  • Medir só pelo clique subestima o canal, que gera demanda convertida no site, na loja física e no WhatsApp e pede uma atribuição mais holística.
  • Infraestrutura, criatividade e mensuração precisam estar definidas antes de a campanha ir ao ar.

2. Durante: performance e jornada sem fricção

De nada adianta gerar tráfego se, à meia-noite da sexta-feira, o site trava ou o checkout afasta o cliente. O pico de acessos expõe os pontos fracos da infraestrutura, e a principal proteção é a camada de cache e CDN, que entrega arquivos perto do usuário sem consultar o banco de dados a cada requisição. Em lojas VTEX, o alerta é evitar o ambiente myvtex, voltado a desenvolvimento e administração, e o uso de APIs privadas, que têm limite menor e não passam pela CDN.

Para o consumidor, experiência sem fricção significa facilidade, seja para o público mais jovem, que quer rapidez, seja para quem tem pouca familiaridade com tecnologia. Isso passa por imagens leves em formatos como WebP e AVIF, por desligar pop-ups, chats e rastreadores não essenciais e por permitir adicionar produtos ao carrinho direto da vitrine.

Principais aprendizados

  • Promoções, UTMs, brindes e modalidades de entrega devem ser testados de ponta a ponta antes da data.
  • Stress tests de madrugada revelam o elo fraco da loja enquanto um erro ainda custa pouco.
  • Monitorar o funil em tempo real, com tagueamento completo no GA4, permite agir assim que a conversão cai em uma etapa.
  • No mês da Black Friday vale o code freeze: só sobem correções, nunca features novas.

3. Depois: do comprador da Black Friday ao cliente recorrente

Se os dois primeiros pontos mostram como atrair e converter, este trata do que fazer com esse cliente depois da data.

Muitas marcas abrem mão de margem e investem pesado em atração para bater a meta de novembro, mas aproveitam pouco esse cliente nos meses seguintes. Dados da base de clientes da CRMBonus mostram a dimensão do problema: em média, 70% dos consumidores compram apenas uma vez em uma marca. Sem trazer esse cliente de volta, o investimento em mídia e o custo do desconto não se diluem, e janeiro e fevereiro, meses de férias e Carnaval, seguem entre os mais desafiadores do varejo. Em outras palavras, a Black Friday só se paga de verdade quando o cliente volta.

A primeira recomendação vale especialmente para a loja física: mesmo com fila e pressão no checkout, não deixar de cadastrar o cliente e gerar cashback para ele durante a Black Friday. A segunda olha para o digital: acompanhar quem pesquisou, colocou produtos no carrinho e não finalizou a compra, seja por distração em meio ao excesso de ofertas, seja porque o desconto não compensou. Esse comportamento vira oportunidade de conversão nos meses seguintes, desde que a marca saiba quem é esse visitante. É o que faz o CRMBack, que tira o cliente do anonimato no e-commerce e permite criar jornadas de comunicação em várias etapas do funil, com destaque para o carrinho abandonado. Mais de 200 marcas já usam a solução, e os participantes do webinar receberam 15 dias de teste gratuito.

Principais aprendizados

  • Cadastro e cashback durante a data são o que permite trazer o cliente de volta no mês seguinte.
  • Carrinho abandonado e lista de desejos não convertida são oportunidades, não perdas.
  • O incentivo certo multiplica o valor do cliente e ajuda a diluir o impacto do desconto na margem.
  • O resultado da Black Friday precisa ser medido também em janeiro e fevereiro, não só no fechamento de novembro.

O próximo passo para o varejo brasileiro

Os temas discutidos no webinar apontam para uma mesma direção: a Black Friday já começou e não termina na sexta-feira. Quem antecipa a entrada captura mais demanda, vende mais e chega com vantagem a um calendário que se estende até o começo do ano seguinte. E o crescimento esperado também traz mais competição, o que amplia a vantagem de quem chega antes.

Ao mesmo tempo, fricção e instabilidade custam caro em uma data em que a marca já assume desconto e investimento alto em mídia. E o resultado só se sustenta quando o cliente atraído cria o hábito de voltar.

Para aprofundar o tema, a CRMBonus lançou, em parceria com a Avanti, um estudo com dados e perspectivas do e-commerce brasileiro para a Black Friday.

Preparar a temporada de compras é, hoje, menos uma questão de oferta agressiva e mais de planejamento integrado: atrair cedo, converter sem atrito e fidelizar quem chegou pela promoção.

‍

Escrito por:

Quer saber mais sobre nossas soluções?

Fale agora mesmo com os nossos especialistas!
Falar agora
Aumente suas vendas de 10% a 20% em até 100 dias
Sala de reuniões
Assistir

CRMBack: soluções para mais conversão e reverter carrinhos

Maximize suas vendas com estratégias personalizadas, IA e automação para recuperar carrinhos abandonados e otimizar a experiência do cliente.

Gustavo Gadotti
VP de Revenue na CRMBonus
•
Lorem ipsum
Assistir

Black Friday unveiled in addition to sales by CRMbonus

The essential strategies for the business to stand out and retain customers at this time

Gustavo Gadotti
VP de Revenue na CRMBonus
•
Lorem ipsum
Assistir

Social Selling: Do you know what it is?

Increase sellers' potential to sell anywhere on the web.

Gustavo Gadotti
VP de Revenue na CRMBonus
•
Lorem ipsum
Assistir

TikTok Shop no Brasil: guia para vender e crescer e-commerce

Descubra como usar o TikTok Shop para alavancar vendas, entender o público e estratégias eficazes no novo e-commerce brasileiro. Fique por dentro!

Gustavo Gadotti
VP de Revenue na CRMBonus
•
Lorem ipsum